Boa tarde a tod@s!
Sei que muitas pessoas entram no meu blog, lêem tudo e ficam com muitas curiosidades, então pessoal, vamos perguntar, vamos trocar idéias, vamos usar este espaço a favor de nossa saúde!
Abraço,
Thaís
Blog que relata minha experiência aos 29 anos ao descobrir um câncer de mama. e-mail: thais.fernanda.andrade.monteiro@gmail.com
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Personalidade propícia ao câncer.... será?

"Como eu, trata-se frequente de pessoas que, sem ou com razão, não se sentiram plenamente acolhidas na infância. Seus pais podem ter sido violentos ou irascíveis, ou então simplesmente frios, distantes e exigentes. Frequentemente essas crianças receberam pouco encorajamento e desenvolveram um sentimento de vulnerabilidade ou de fraqueza. Mais tarde, para se sentirem amadas, decidiram se conformar ao máximo com o que se esperava delas em vez de seguir suas próprias inclinações. Raramente enfurecidas (por vezes jamais!), tornam-se adultos "extremamente amáveis", "sempre prontos a ajudar os outros", "um anjo, uma santa!". Evitam os conflitos e colocam suas necessidades e aspirações mais profundas em segundo plano, por vezes pelo resto de seus dias. A fim de garantir a segurança emocional que lhes é tão importante, podem superinvestir em um único aspecto de suas vidas: a profissão, o casamento, ou os filhos."
Trecho da página 168/169 do livro Anticâncer e David Servan-Schreiber
Quando li este livro no auge do meu desespero, dias após a cirurgia, sem saber ao certo se estava curada, se estava preparada para todo o tratamento, quando me deparei com este texto chorei muito, muito mesmo, afinal, me identifiquei demais com ele. Não que meus pais tenham sido violentos ou irascíveis, mas lembro que desde pequena eu fazia de tudo para agradar, cada um sabe bem onde seu calo lhe aperta...
Não posso dizer que este trecho seja uma verdade incontestável, pois há tantas pessoas que são tão maltratadas na infância e tudo o mais e não desenvolvem um câncer, ainda que desenvolvam outros problemas, mas cabe aqui uma identificação pessoal minha.
Os mais céticos acreditam que o "câncer é um conjunto de mais de tantas doenças...." aquele conceito científico que todos conhecem, porém quem passa por uma batalha dessas inevitavelmente se questiona sobre muitas coisas, principalmente sobre a influência de nosso equilíbrio mental.
Hoje fico por aqui, abraços,
Thaís
Trecho da página 168/169 do livro Anticâncer e David Servan-Schreiber
Quando li este livro no auge do meu desespero, dias após a cirurgia, sem saber ao certo se estava curada, se estava preparada para todo o tratamento, quando me deparei com este texto chorei muito, muito mesmo, afinal, me identifiquei demais com ele. Não que meus pais tenham sido violentos ou irascíveis, mas lembro que desde pequena eu fazia de tudo para agradar, cada um sabe bem onde seu calo lhe aperta...
Não posso dizer que este trecho seja uma verdade incontestável, pois há tantas pessoas que são tão maltratadas na infância e tudo o mais e não desenvolvem um câncer, ainda que desenvolvam outros problemas, mas cabe aqui uma identificação pessoal minha.
Os mais céticos acreditam que o "câncer é um conjunto de mais de tantas doenças...." aquele conceito científico que todos conhecem, porém quem passa por uma batalha dessas inevitavelmente se questiona sobre muitas coisas, principalmente sobre a influência de nosso equilíbrio mental.
Hoje fico por aqui, abraços,
Thaís
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Trocando informações...
Hoje conversei com uma amiga que teve linfoma, e ela me indicou o blog de uma outra moça que teve câncer e também lutou como eu, como ela e como tantos outros nessa grande batalha e venceu.
Vale a pena conferir seu blog:
http://contemporarycinderella.blogspot.com/
Confesso que ainda não li o blog todo, mas estou empolgada em lê-lo, afinal é super interessante.
Ah! Coincidentemente, ela indica o documentário Com Câncer Mas Sexy que está sendo exibido este mês no Discovery Home & Helth, o qual assiti neste domingo e confesso, ri, chorei, adorei! Muito bom para quem passa ou passou por uma batalha como a nossa.
Beijos,
Thaís
Vale a pena conferir seu blog:
http://contemporarycinderella.blogspot.com/
Confesso que ainda não li o blog todo, mas estou empolgada em lê-lo, afinal é super interessante.
Ah! Coincidentemente, ela indica o documentário Com Câncer Mas Sexy que está sendo exibido este mês no Discovery Home & Helth, o qual assiti neste domingo e confesso, ri, chorei, adorei! Muito bom para quem passa ou passou por uma batalha como a nossa.
Beijos,
Thaís
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Para pensar um pouco!

"A corrida é longa e no final tem que contar só com você."
Trecho do vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=xfq_A8nXMsQ&eurl=http://www.orkut.com/FavoriteVideos.aspx
Trecho do vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=xfq_A8nXMsQ&eurl=http://www.orkut.com/FavoriteVideos.aspx
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
"Batalhão" é uma batalha grande!

Quero dizer tantas coisas e ao mesmo tempo me calar.
Há tanto a fazer, tanto a sonhar...
A saúde é nosso maior bem,
E só nos damos conta disso quando ela já não está tão bem,
Cada ida àquela sala é um tormento
Aquela sala com a placa na parede onde se lê: Entrega de Exames é uma tortura só
São minutos a pensar, a balançar as pernas pra lá e pra cá
O tempo parece vadiar,
Às vezes ninguém quer conversar
Ouço meu nome, recebo o envelope
Abrir ou não? Ai que dúvida
Abro, leio, nada de grave (penso eu)!
Ufa que alívio!
O médico olha os exames, olha de novo, faz cara de interrogação.
Eu não agüento e digo:
_ Vou morrer disso doutor?
Ele diz que não.
Eu concordo e digo:
_ Posso até morrer com isso, mas disso não vou morrer não!
Mas que o caso merece atenção
E me manda passar pelo cirurgião
Eu que dei esse nome ao blog
Jamais imaginei que seria um “batalhão”!
Há tanto a fazer, tanto a sonhar...
A saúde é nosso maior bem,
E só nos damos conta disso quando ela já não está tão bem,
Cada ida àquela sala é um tormento
Aquela sala com a placa na parede onde se lê: Entrega de Exames é uma tortura só
São minutos a pensar, a balançar as pernas pra lá e pra cá
O tempo parece vadiar,
Às vezes ninguém quer conversar
Ouço meu nome, recebo o envelope
Abrir ou não? Ai que dúvida
Abro, leio, nada de grave (penso eu)!
Ufa que alívio!
O médico olha os exames, olha de novo, faz cara de interrogação.
Eu não agüento e digo:
_ Vou morrer disso doutor?
Ele diz que não.
Eu concordo e digo:
_ Posso até morrer com isso, mas disso não vou morrer não!
Mas que o caso merece atenção
E me manda passar pelo cirurgião
Eu que dei esse nome ao blog
Jamais imaginei que seria um “batalhão”!
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